SEMENTE CINEMATOGRÁFICA é uma startup de impacto social voltada para a pesquisa e o desenvolvimento de práticas educativas inovadoras por meio do uso da tecnologia e da arte no processo de ensino-aprendizagem, desenvolvendo as potencialidades pedagógicas do audiovisual e do cinema nas escolas.

O grupo é formado por educadores, pesquisadores, cineastas e produtores culturais com experiência no mercado paulistano e paraibano. Desde 2014, desenvolvemos projetos em parceria com escolas, universidades, ONGs, instituições culturais e órgãos governamentais. Dentre nossos parceiros e clientes, destacamos: Programa Rumos Itaú Cultural, Projeto Inventar com a Diferença (UFF/RJ), Prefeitura Municipal de Conde (PB), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), CEARTE - Centro Estadual de Arte da Paraíba, FUNESC - Fundação Espaço Cultural da Paraíba, Instituto Cultural Casa do Béradêro e Tintin Cineclube.

Fazemos parte da Rede Kino - Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual, e somos um dos membros fundadores do Núcleo de Educação Transformadora da Paraíba, que articula educadores e organizações de diversos segmentos da área, constituindo um núcleo de apoio, troca de experiências e formação para educadores que desejam novas alternativas em educação.

Aqui no site, saiba mais sobre O QUE FAZEMOS e acompanhe as novidades no nosso BLOG!

ANA BÁRBARA RAMOS

É cineasta, educadora e gestora de projetos especializados na área de cinema e educação. É mestre em Letras e graduada em Comunicação Social pela UFPB, e cursa a especialização em Educação Transformadora: Pedagogia, Fundamentos e Práticas, na PUCRS.
Sócia da produtora Pigmento Cinematográfico, trabalha desde 1997 com gestão de projetos de cinema: produção de filmes, mostras e seminários.
Entre 2006-2010 foi chefe de Divisão do Audiovisual da Funjope; entre 2010-2012 atuou como gestora na gerência de audiovisual da Secretaria de Cultura da Paraíba.
À frente do grupo Semente Cinematográfica desde 2014, desenvolve práticas educativas com o cinema em instituições escolares e culturais. Atua desde 2017 na Coordenação de Extensão do Cearte – Centro Estadual de Arte da Paraíba, desenvolvendo ações de arte e educação e formação de professores. Coordenadora da Rede Kino – Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual e é integrante do Núcleo de Educação Transformadora da Paraíba.

FELIPE LEAL BARQUETE

É mestre em educação (UFPB/PB), graduado em Imagem e Som (UFSCar/SP) e faz especialização em Educação Transformadora - pedagogia, fundamentos e práticas (PUC/RS). Desde 2005, trabalha na área de cinema e educação, com práticas de audiovisual nas escolas, projetos de cineclubismo, como o CineUFSCar e o Cine São Roque (ProEx/UFSCar), em São Carlos/SP e o Tintin Cineclube, em João Pessoa/PB; e na formação de coletivos de criação cinematográfica, atuando nas áreas de direção, produção e montagem. Viveu e trabalhou em São Paulo/SP entre 2010 e 2013, atuando na produtora Filmes para Bailar com criação de filmes e prestação de serviços audiovisuais para instituições públicas e privadas, na produção de vídeos institucionais, Web TV, cobertura de eventos e streaming. Atualmente reside em João Pessoa/PB, onde desenvolve projetos e pesquisa sobre o nexo entre a educação e o audiovisual. É coordenador do grupo Semente Cinematográfica, professor da rede municipal de Conde/PB, membro do Núcleo de Educação Transformadora da Paraíba e coordenador da Rede Kino – Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual.

VALDENISE NOGUEIRA

É pedagoga graduada em Pedagogia e Psicologia pelo Centro Universitário de João Pessoa e especialista em Psicologia Escolar e da Aprendizagem pela Fundação Francisco Mascarenhas. Trabalhou como professora do Ensino Fundamental anos Iniciais em 1999 no Instituto Coração e Maria. Trabalhou como Supervisora Escolar no município de Alhandra por 15 anos (2000 a 2015) desenvolvendo atividades de formação de professores e coordenação geral de projetos. Foi Professora Tutora à Distância no curso de Pedagogia na Universidade Federal da Paraíba em 2011 a 2012 e 2016. Atualmente exerce a atividade profissional de Supervisora escolar no município de Conde desde 2007 em instituições escolares. Desde 2017, atua como coordenadora pedagógica do projeto de implementação da Escola Experimental de Cinema na EMEIF José Albino Pimentel, no quilombo do Gurui-Ipiranga (Conde/PB).

LIUBA DE MEDEIROS

É psicóloga escolar formada pela UFPB e atualmente trabalha na rede municipal de ensino, em João Pessoa.
Com cinema, já fez produção em diversos filmes paraibanos, desde 1998, tendo sido o mais recente o longa Desvio, de Arthur Lins, onde fez produção de elenco. Também teve participações como atriz em diversos curtas paraibanos, como n'O Cão Sedento (2004), de Bruno de Sales.
Fez parte do Coletivo Audiovisual Psicotrônico Las Luzineides, integrou a diretoria da ABD-PB, bem como as equipes do Ponto de Cultura Urbe Audiovisual e do Pontão de Cultura Rede Nordestina Audiovisual.
Foi diretora regional do Conselho Nacional de Cineclubes de 2008 a 2010, ministrou oficinas de cineclubismo, produziu e mediou encontros de cineclubes paraibanos. É sócia fundadora do Tintin Cineclube, que desenvolve ações cineclubistas em João Pessoa há mais de 14 anos.

MARIAH BENAGLIA

É formada em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela Universidade Federal da Paraíba. Trabalha nas áreas de produção e gestão de projetos culturais, desde 2006. Participou como produtora, diretora e atriz em dezenas de produções audiovisuais paraibanas. Em 2009 passou a integrar a equipe de produção e curadoria do Tintin Cineclube, no qual participa até os dias atuais. Em 2009 também se juntou a gestão da Associação Brasileira de Documentaristas – Secção Paraíba (ABD-PB), no cargo de Assessoria de Imprensa, e entre os anos de 2011 a 2013 assumiu a Vice-Presidência da mesma associação. Ainda em 2013 passou a ocupar o cargo de Assessora de Imprensa da Secretaria de Estado da Paraíba (SECULT/PB) e posteriormente em 2014 assumiu o cargo de Gerente Operacional de Difusão do Audiovisual na mesma secretaria. A partir de 2014 passou a integrar comissões de análise de projetos culturais na Paraíba e em outros estados. Em 2016 trabalhou na produção do projeto O Nó do Diabo, que gerou uma série televisiva em 05episódios e um longa-metragem (selecionado para a mostra competitiva do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2017).